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As crianças dos ensinos infantil e municipal se dedicam à horta, após conhecerem um dos objetivo da ONU contra a pobreza
Os momentos dedicados à leitura, na Biblioteca Comunitária Professora Thelma Sormani Travain, da escola municipal Silvia Maria Amato Trigo, ou Smat, como é conhecida em Agudos, viraram alface, tomate, morango e tantos outros legumes, verduras e frutas saborosos, influenciando os alunos, pais e a comunidade de forma geral, sobre a importância da alimentação saudável e sustentável, e de como é fácil atingir esse objetivo.
Tudo começou com a professora e promotora de leitura Cláudia Barbosa Paulo Modesto, ao ler para os alunos os objetivos da Agenda 2030, para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU), que conta com 17 objetivos para erradicar a pobreza no mundo.
Lendo o segundo objetivo, “Fome Zero e Agricultura Sustentável”, Cláudia pensou: por que não trazer essa ideia para a nossa realidade?. Assim, começou o projeto que envolve crianças menores de três anos até 11 anos, dos ensinos infantil e fundamental, com orientações e atividades que vão desde o cuidado com a terra, até a colheita de uma variedade de alimentos saudáveis.
O projeto é desenvolvido tanto na sede do Centro de Convivência da Criança, como na sede da Associação Comunitária, onde estão adaptados os alunos, enquanto o prédio da escola Smat passa por adequações.
“A ideia surgiu como uma maneira de mostrar para as crianças que uma horta pode ser uma boa opção para situações difíceis”, lembrou a professora.
Desde a primeira colheita, ainda com poucas mudas em um caixote de madeira, já são cerca de seis meses e uma produção que só cresce, e inclui verduras e legumes como, repolho, rúcula, couve, manjericão, chuchu e outros alimentos.
Além de plantar e cuidar das mudas, as crianças aprendem a fazer a compostagem de resíduos, para usar o material como adubo.
Mas, uma das melhores conquistas, na opinião da professora, é saber que, após as crianças contarem em casa que aprenderam a cuidar da horta, alguns pais decidiram criar sua própria produção caseira, contribuindo com a alimentação saudável e barata, para toda família.
“Esse é o meu papel como professora, promover a leitura de forma que ela seja importante na vida das crianças”, avaliou Cláudia.
Além dos alunos, a comunidade próxima contribui com a manutenção dos canteiros e doação de mudas, como a equipe de capoeira Meninos de Agudos, do instrutor Lê, além de moradores vizinhos, e as secretarias de Educação e Cultura, e Agricultura e Meio Ambiente da Prefeitura de Agudos que doa as mudas para o plantio.
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